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Slave voyages

Slave voyages

O Banco de Dados "Trans-Atlantic Slave Trade" tem informações sobre quase 36.000 viagens negreiras que forçosamente embarcou mais de 10 milhões de africanos para o transporte às Américas, entre os séculos XVI e XIX. O número real é estimado em 12,5 milhões. O banco de dados e as estimativas são importantes para pesquisadores, estudantes e o público em geral, como uma possibilidade de redescobrir a realidade de um dos maiores movimentos forçados de povos na história do mundo.

Passados Presentes

Passados Presentes

Com o objetivo de reconhecer a presença africana no Brasil e estimular o turismo de memória no Rio de Janeiro, o projeto Passados Presentes - memória da escravidão no Brasil, em parceria com as comunidades, construiu exposições permanentes no Quilombo do Bracuí, no Quilombo de São José da Serra e na cidade de Pinheiral e lançou o aplicativo para celular "Passados Presentes", com roteiros turísticos para cada um destes locais e para a Pequena África, no centro do Rio de Janeiro.

Terceira diáspora

Terceira diáspora

Blog da professora baiana Goli Guerreiro, sobre repertórios culturais do mundo negro.

    NOSSA  HISTÓRIA

 

    O Nossas Áfricas surgiu como uma proposta de material mais acessível para professores e alunos que desejam estudar ou ensinar a história dos negros no Brasil e na África nos colégios.

  Primeiro como trabalho para a disciplina Didática Especial II, do Prof. Drº. Amilcar Pereira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 2014, e, depois, como portal de acesso ao conhecimento de “áfricas” contemporâneas, o Nossas Áfricas busca dirimir a defasagem de conhecimento sobre as histórias por trás do contato entre Brasil e o continente africano. O site está pautado na Lei 10.639, de 2003, que tornou obrigatório, por decreto-lei, o ensino de história da África e de história e cultura afro-brasileira em todos os sistemas educacionais.

    A partir deste site, buscamos incrementar, não apenas os materiais didáticos disponíveis na internet para as aulas de História, como História da África, história da escravidão, dos movimentos negros no Brasil e dos conflitos e lutas pela liberdade, como também servir de possibilidade de encontros transnacionais.

  Desejamos que nossas ideias funcionem e alcancem estudantes e professores para que não hajam fronteiras no conhecimento.

 

P.S.: Precisamos dar crédito à Prof. Dra. Mônica Lima e Souza, que, sem saber, é a "mãe" do site. A partir de diversas falas da professora em palestras, o termo "nossas áfricas" apareceu constantemente, daí o nosso nome. 

 

Nossas Áfricas